terça-feira, 30 de julho de 2013

Boas Idéias de deixar sua varanda com um toque a mais!!

Ótimas idéias de Paisagismo para varandas,
grandes ou pequenas!!
Em alguns casos 
você acaba não gastando tanto,
e deixa sua varanda com algumas flores!










Muito interessante também é o Blog da Paisagista 
Ivani Kubo, lá você encontra excelentes opções.



sábado, 27 de julho de 2013

Confiança na construção tem o pior trimestre até julho e custo do setor tem alta, menor que em junho

RIO — Puxado pela avaliação das empresas do setor, o Índice de Confiança da Construção (ICST), divulgado hoje pela Fundação Getúlio Vargas, teve a menor média trimestral, até julho, da série inciada em outubro de 2010, registrando 118,8 pontos. A queda do período na comparação com ano passado foi de 4%, o que, segundo a FGV, sinaliza diminuição do ritmo do setor para o início do terceiro semestre. No trimestre, considerando junho, a variação havia sido de 3,6%.
Além do ICST trimestral, julho também teve o menor registro da série, com 116,7 pontos. Das 701 empresas consultadas, 24,5% avaliaram a situação atual como boa e 15,5% como ruim. Em 2012, os números para o trimestre pesquisado haviam sido de 32,1% e 10,7%, respectivamente.
Com isso, na variação inter anual dos trimestres, o Índice de Situação Atual passou de -7,2%, em junho, para -7,8% em julho, e o Índice de Expectativas, de -0,6% para -0,8. Já na variação inter anual mensal, houve melhora na Situação Atual de -9,5% (junho) para -7,3% (julho), e a expectativa permaneceu estável, em -0,9% entre os dois meses.
A maior piora dos 11 segmentos pesquisados foi observada em obra para infraestrutura para engenharia elétrica e telecomunicações, em que a variação inter anual do Índice de Confiança caiu de -12,7%, em junho, para -14,2%.
Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M)
A FGV também divulgou dados do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), que teve alta de 0,73% em julho, porém, houve recuo na comparação com junho, onde o aumento em relação a maio havia sido de 1,96%. No ano, a variação do índice é de 6,38%, e nos últimos 12 meses, de 7,75%.
Os grupos pesquisados pela FGV também apresentaram a mesma situação de desaceleração. O de Mão de Obra, puxado pelo fim do reajuste salarial de São Paulo, teve alta de 1,05%, mas a variação, mesmo que positiva, é menor que a de junho, de 3,24%. No grupo Material, Equipamentos e Serviços o aumento foi de 0,43%.ante aos 0,54% do mês anterior, com destaque do subgrupo estrutura, que variou de 0,62% para 0,36%.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/imoveis/confianca-na-construcao-tem-pior-trimestre-ate-julho-custo-do-setor-tem-alta-menor-que-em-junho-9198656#ixzz2aICyYLij 

temosseuimovelrj.com.br: FREGUESIA - O Leblon de Jacarepaguá

temosseuimovelrj.com.br: FREGUESIA - O Leblon de Jacarepaguá: O Leblon de Jacarepaguá Com a construção de imóveis de alto padrão, o bairro da Freguesia desponta na região onde foi erguida uma de cada...

temosseuimovelrj.com.br: Prefeitura prorroga por mais 60 dias a suspensão d...

temosseuimovelrj.com.br: Prefeitura prorroga por mais 60 dias a suspensão d...: Medida é para buscar soluções de infraestrutura aos riscos de mobilidade viária, meio ambiente e qualidade de vida do sub-bairro ...

Prefeitura prorroga por mais 60 dias a suspensão de novas obras na Freguesia

Medida é para buscar soluções de infraestrutura aos riscos de mobilidade viária, meio ambiente e qualidade de vida do sub-bairro


Decreto suspende novas contruções na Freguesia para conter riscos à qualidade de vida do sub-bairro
Foto: Bruno Gonzalez / Agência O Globo


Decreto suspende novas construções na Freguesia para conter riscos à qualidade de vida do sub-bairro Bruno Gonzalez / Agência O Globo
RIO — A prefeitura do Rio de Janeiro suspendeu por mais 60 dias a liberação de licenciamentos na Freguesia, totalizando, assim, 120 dias sem autorização para novas construções no sub-bairro de Jacarepaguá. A medida é para conter os riscos do processo de adensamento na região e buscar soluções de infraestrutura, especialmente em relação ao trânsito e ao meio ambiente.
O primeiro decreto, publicado no Diário Oficial do dia 16 de maio, definia que por dois meses não fossem mais emitidos licenciamentos de demolição, construção, acréscimo e modificação ou reforma, e que estudos fossem feitos para avaliar um crescimento ordenado.
Para isso, o mesmo decreto anunciou a criação da Área de Especial Interesse Ambiental (AEIA) na Freguesia. Como durante este prazo nada foi concluído, no dia 15 de julho outro decreto foi publicado no Diário Oficial, prorrogando a data por mais 60 dias.
Em nota, a Secretaria Municipal de Urbanismo afirma que: “É importante ressaltar que as associações de moradores pediram revisão da legislação vigente para o bairro da Freguesia (lei complementar 70/2004: PEU Taquara) por causa do intenso processo de renovação e adensamento, o que vem comprometendo a estrutura viária e a mobilidade local”.
Para Jorge da Costa Pinto, presidente da Associação de Moradores da Freguesia, a grande quantidade de construções no sub-bairro estava deixando a região caótica e o desejo de quem mora lá é que o crescimento seja feita com a mesma qualidade de vida de antes do boom imobiliário.
— O trânsito está caótico no bairro, as ruas sempre ficam congestionadas. Temos constantes problemas de falhas de telefonia fixa, na distribuição de água e piques de luz, além do corte de árvores sem fiscalização e revitalização. A gente quer resgatar a qualidade de vida que se perdeu — explica Jorge.
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann, afirma que o setor da construção apoia a decisão, pois acredita que é necessário ajustar a legislação local face ao grande adensamento da região.
Segundo ele, os projetos que estão em análise nas secretarias de Urbanismo e de Meio Ambiente não serão afetados, conforme acordado previamente, para não causar problemas graves às empresas e garantir a segurança jurídica:
— Os que estão já estão sendo examinados vão prosseguir normalmente, de acordo com a legislação atual de arquitetura. Os que derem entrada futuramente já terão de atender à nova legislação — explica Kauffmann.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/imoveis/prefeitura-prorroga-por-mais-60-dias-suspensao-de-novas-obras-na-freguesia-9193940#ixzz2aI5kD66H
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

FREGUESIA - O Leblon de Jacarepaguá

O Leblon de Jacarepaguá

Com a construção de imóveis de alto padrão, o bairro da Freguesia desponta na região onde foi erguida uma de cada quatro novas unidades do Rio no ano passado

por Thaís Meinicke | 17 de Julho de 2013
Felipe FittipaldiLuciana Calhau com a filha, Julia: moradoras da valorizada Rua Araguaia


Poucas áreas do Rio sofreram uma transformação recente tão grande quanto a Freguesia, na Grande Jacarepaguá. Marcado até alguns anos atrás pelo casario baixo, pelo comércio tímido e por um certo ar de cidade do interior, o bairro mudou radicalmente seu perfil. Agora, assomam na paisagem prédios imponentes, conjuntos residenciais planejados e centros comerciais com ampla oferta de serviços. Um passeio por suas ruas revela uma série de empreendimentos recém-inaugurados ou em construção, com a proliferação de condomínios dotados de academia, parquinhos, salão de festa e até cinema. Segundo dados da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ), um de cada quatro imóveis lançados na capital em 2012 ficava em Jacarepaguá. Das pouco mais de 5 000 unidades ali erguidas, 1 500 delas tinham como endereço a Freguesia. Devido ao boom de imóveis de alto padrão, aquele trecho vem sendo chamado de "Leblon de Jacarepaguá". Não por acaso, no período entre junho do ano passado e junho deste ano, o metro quadrado na Freguesia valorizou-se 20%, uma taxa semelhante à verificada no Leblon e maior do que a registrada em todos os demais bairros da Zona Sul.

O bota-acima a que assistimos no local é um desdobramento da expansão imobiliária pela Zona Oeste, que se iniciou na década de 80 na Barra da Tijuca, avançando rumo ao Recreio e, mais recentemente, se difundiu na Baixada de Jacarepaguá. Alguns fatores convergiram para essa ocupação, impulsionada por uma mudança na legislação municipal. O boom começou em 2004, quando a prefeitura aprovou o Projeto de Estruturação Urbana que flexibilizou os parâmetros de construção na zona que engloba Pechincha, Taquara, Tanque e Freguesia. Essa última, encarada como o filé-mignon e que há muito atrai os abonados das redondezas, ganhou um impulso maior. "A Freguesia sempre se destacou naquela área. Era natural que chamasse mais a atenção dos investidores", avalia o subprefeito da região, Tiago Mohamed. Contribuiu também o fato de aquele trecho urbano ficar próximo a vias de grande circulação, como a Linha Amarela e a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá. Até 2015, a malha viária será ampliada com a abertura da Transolímpica (Recreio-Deodoro) e da Transcarioca (Barra-Galeão). "Quando o governo decidiu apostar na Barra como eixo central e deslocou para lá investimentos de acesso e infraestrutura, toda a vizinhança foi valorizada e foram criadas novas minicentralidades, entre elas a Freguesia", afirma o urbanista Luiz Fernando Janot, professor da UFRJ.

O efeito mais evidente da ampliação da oferta de imóveis é o aumento populacional. Numa comparação entre o Censo demográfico de 2000 e o de 2010, a Freguesia cresceu de 54 000 para 70 000 moradores. Esse índice, em torno de 30%, é o triplo do verificado nos bairros vizinhos. Entre aqueles que migraram para lá está a gerente comercial Luciana Calhau, que trocou um apartamento em frente à Praia do Recreio por outro em um condomínio na Rua Araguaia, uma aprazível via arborizada e repleta de prédios novos, que, não sem razão, é o ponto mais valorizado do bairro. "Tinha comprado o imóvel como investimento, mas quando vi a obra pronta decidi me mudar", diz ela. Como aplicação, foi também um ótimo negócio. Em três anos, seu imóvel valorizou-se 40%. Hoje, um apartamento de 100 metros quadrados por ali está na faixa de 550 000 reais. "É uma área que está crescendo muito. Temos todos os serviços por perto", explica Luciana. A chegada de novos negócios não para. Proprietária de seis condomínios residenciais, a construtora Fmac acaba de lançar seu primeiro endereço comercial naquele pedaço. "Para suprir a demanda, nosso empreendimento foi projetado com praça de alimentação, lojas mais sofisticadas e espaço para happy hour", diz Flavio Machado, diretor da empresa.

Se os lançamentos em profusão são sinal de progresso e trazem inegáveis benefícios, é preciso ter cuidado para evitar o crescimento desordenado que periga pôr em risco todas as qualidades da região. Para evitar a saturação e buscar soluções de infraestrutura, a prefeitura editou em 16 de maio um decreto que suspende por sessenta dias o licenciamento para novas construções. A decisão foi comemorada pelos moradores mais antigos do bairro, cuja origem remonta a 1661, quando foi criada a Freguesia de Nossa Senhora do Loreto e Santo Antônio de Jacarepaguá, uma das primeiras povoações do Rio. Entre o charme do passado, a pujança do presente e a precaução com relação ao futuro, a Freguesia busca o equilíbrio.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Taquara - 2 Quartos com Infra!!

Taquara.
Ótimo Apartamento 2 Quartos!




1 Vaga
Lazer completo!!
Agende sua Visita:
(21) 9103-1467

Avaliamos Seu Imóvel Grátis!

Visite o site: